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A moda íntima fazendo moda! Fruit de la Passion lingerie. MAIS DETALHES NO www.fruitdelapassion.com.br

19 19UTC março 19UTC 2008

Ópera Diva

A Fruit de la Passion abre as cortinas para 2008, e apresenta a coleção ´´Ópera Diva“.

Nela o papel principal cabe à mulher e suas diversas personagens: a ingênua e propositadamente frágil, a romântica, a descaradamente sexy e dominadora, a sedutora… e o que mais a imaginação permitir representar.

O Primeiro Ato começa e o destaque é a linha Secret Moments onde utilizou-se uma nova tecnologia do tule bordado e guipüre em motivo de flores e cores contrastantes. Sua versão na cor branca em modelagem suntuosa é o sonho de todas as noivas.

Secret Moments - Body

Amelie - Sout

Em Amelie traz as linhas dia e noite, em combinação de popeline e cotton com bordado em flores miúdas.

Heloise - Mini Dool

O Segundo Ato inicia-se e para deleite de todos traz a linha Heloise, composta pela sofisticação da renda, o brilho do mellow e a riqueza do bordado, que é puro requinte.

Mademoiselle - Sout

O luxo serve também como cenário para Mademoiselle em peças de cetim elastano bordado em modelagem de época e Avignon em laise importada em cores arrojadas ou em branco com aplicação de plumas para as noivas mais ousadas.

 

Avignon - Mini Dool

Como não há ópera que se preze sem uma mulher dramaticamente apaixonada, ela surge nas coleções Kabuk em estampa que remete ao vestuário oriental, nas cores turquesa e pink e Toujour Amour, uma lingerie audaciosa com leve transparência.

Kabuki - Sout

Toujour Amour - Corselete

Fruit Fatale - Bordado

O fim deste Segundo Ato é marcado pela ousadia das coleções Fruit Fatale e sua lingerie ultra-sexy e provocante, com aplicações de cristais e aberturas estratégicas: Madagascar com sua estampa de onça e aplicação de flores e Sexy Jungle com estampa de cobra em peças elegantes e charmosas, que transformam qualquer mulher em Diva.

Madagascar - Sout

Sexy Jungle - Sout

Show room: Av. Pirajussara, 1495 – Jd. Jussara – Tel.: (11) 3751 3858 – Fax: (11) 3751 5976.

Endereços: Morumbi Shopping – Av. Roque Petrônio Jr. 1.089 – Loja 122 – Tel.: (11) 5189-6611

Alameda Lorena, 1.774 – Tel.: (11) 3064-3334

criado por Celso Fernandes    12:01 — Arquivado em: Fruit de la Passion

17 17UTC março 17UTC 2008

Grand Finale, um novo Ato

Pic Nic Short Dool

Após esta cena de tirar o fôlego, uma pausa para Pin-Nic, que traz a maciez do algodão e o colorido das cerejas. Inicia-se o Terceiro Ato Ópera Diva e, ao som de uma música suave, entram em cena as românticas coleções Chic Relax, em tecido canelado italiano exclusivo, Happy Love, que traz a nobreza do suedine e estampa de corações e Sweet Cat, em estampas graciosas e modelagens confortáveis.

Sweet Cat Camisola Curta e Bolero

A grande ópera acaba, fecham-se as cortinas mas o espetáculo está apenas começando…

criado por Celso Fernandes    18:23 — Arquivado em: Fruit de la Passion

Show room Ópera Diva

A Fruit de La Passion desfilou sua coleção inverno 2008. O evento aconteceu durante os dias 16 e 17 de fevereiro, com dez coleções totalmente inspiradoras e que atingem todos os tipos de mulheres.

Todas as peças têm combinações perfeitas desde os tecidos, bordados, rendas e cores, além da tecnologia, mostrando todo o espírito requintado da marca. A cartela de cores passeia por tons neutros, como branco, preto e marfin, até os mais coloridos como pink, turquesa, verde, páprica e azul.

Para mulheres que procuram uma lingerie sofisticada e elegante até uma peça para o dia-a-dia, a Fruit de La Passion é a escolha certa!

criado por Celso Fernandes    17:26 — Arquivado em: Fruit de la Passion

5 05UTC março 05UTC 2008

Amelie revela um sonho todo especial

A coleção de Verão 2008 da Fruit de la Passion traz a alegria das flores no guipüre de margarida, traduzindo inocência para a lingerie dia. Na linha noite o conforto fica por conta do liganete de microfibra nas cores que ditam a estação: branco, preto e verde-água.

 

Camisete com bojo e string

Um novo conceito de resgatar a sensualidade, dando-lhe refinamento, ousando nas cores, formas e materiais transformando a moda íntima em OUTWEAR. Além de estimular a criatividade no setor a Fruit de la Passion lança coleções novas todos os meses quando novos tecidos, cores, renas e bordados são lapidados para um resultado sempre criativo e inovador, resultado de um estudo dos vários biótipos da mulher brasileira, o que faz do trabalho de criação e modelagem uma pesquisa constante e complexa pela grande mistura de raças.

 

Tanga drapeada

A Fruit de la Passion segue também uma filosofia de adaptações aos diversos estilos de vida combinados com as variações do universo feminino, embelezar o interior para realçar o exterior. As coleções traduzem e expressam ainda o sonho individual de cada mulher, não importando idade ou raça, daí a variedade em suas criações.

 

Mini Dool

Camisola curta com bojo

 

www..fruitdelapassion.com.br
Show room: (11) 3751-3858

criado por Celso Fernandes    12:29 — Arquivado em: Beleza Revelada - by Gina Stocco

8 de março. Dia internacional da mulher.

Esta data já está definitivamente incorporada ao calendário. No dia 8 de março, o mundo inteiro comemora o Dia internacional da mulher. A perspectiva histórica aponta a origem da escolha, e, seria herética a separação da celebração, muitas vezes centrada na fogueira consumista, da longa história de lutas que as mulheres protagonizaram. Afinal, todas as profissões, praticamente, possuem um dia que as homenageia. Há uma profunda diferença. Seria leviano tentar equiparar o dia do advogado, por exemplo, ao Dia internacional da mulher. E por qual motivo não se instituiu o Dia internacional do homem, acrescentaria um cínico revoltado com essa injustificada discriminação. A pergunta permanece em aberto.

Cecilia Bourdon

A segregação das mulheres, a associação da condição feminina a um nível inferior parece ter desconsiderado, durante séculos, o papel decisivo que elas sempre desempenharam. Não se tem notícia de homem ter protagonizado a função sublime de entregar ao mundo as crianças gestadas no seu organismo. Talvez, à luz dessa obviedade, faça sentido a frase de Alexandre Dumas “falar mal de uma mulher, sim, de todas, nunca”.
As sentenças que diminuíam as mulheres perdem-se na névoa dos tempos. “Nada pior que uma mulher, a não ser outra”, dizia Aristófanes. ”Cabelos longos, idéias curtas”, sentenciava Schopenhauer, para quem havia apenas dois tipos de mulheres, as enganadas e as enganadoras. Ao grande filósofo não ocorreu a possibilidade de haver a fusão desses tipos distintos.
O rótulo de “sexo frágil” procurou associar à mulher uma hipotética incapacidade de lidar com o dia-a-dia, refugiada que ela, ser meramente decorativo, objeto de devastadoras paixões, estaria num escondedouro de futilidades de onde obraria para enfeitiçar homens indefesos. “Frailty, thy name is woman”(fragilidade, teu nome é mulher) suspira um desconsolado Hamlet.
Claro está que, deixando de lado ‘efeitos especiais’ diferenças há, porém, equivocam-se aqueles que sustentam ainda hoje a dicotomia sexo forte – sexo frágil. Rotular a mulher de sexo frágil é tornar-se culpado de difamação, afirmava Gandhi.
Durante séculos, as mulheres tiveram de conviver com uma condição inferior, causada por uma divisão de trabalho que sempre as desfavoreceu. Poucas tinham acesso à uma educação melhor, cabendo à maioria o fardo da maternidade – esse inevitável – associado a condições de trabalho subumanas.
Em plena Revolução francesa, 1791, Olympe de Gouges reivindica o direito feminino a todas as dignidades e empregos segundo suas capacidades. Foi guilhotinada, dois anos mais tarde, resposta que a sociedade de então encontrou para ilustrar que o princípio da liberdade, igualdade, fraternidade possuía alcance limitado. A acusação? “Ter querido ser um homem de estado e ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo.
Durante os séculos seguintes, as mulheres passaram a integrar a força de trabalho fabril, em jornadas que, não raro, chegavam a 14 horas diárias, durante seis dias por semana. Ao organizar um protesto contra as más condições de trabalho, pedindo uma jornada de trabalho de 10 horas, tecelãs de uma fábrica de vestuário feminino Tecidos Cotton, em Nova Iorque, foram obrigadas a refugiar-se dentro da fábrica, fugindo da polícia. As portas foram trancadas, foi ateado fogo à fábrica e, em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas. A luta continuou, sendo que nos Estados Unidos o movimento por uma organização sindical foi liderado pelo setor têxtil , ressaltando-se a liderança de imigrantes judeus russos e poloneses.
Paralelamente, novos focos de tensão despontavam na Europa e nos EUA.
Em 1910 a segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas debate o tema e, a seguir, a ativista Clara Zetkin, muito ligada a Rosa Luxemburgo, propõe, no jornal L´Égalité, do qual era redatora, que o dia 8 de março fosse declarado Dia Internacional da Mulher, em homenagem às vítimas de 1857. No ano seguinte, mais de um milhão de pessoas comemoraram a data. Essa prática continuou nas décadas de 1910 e 1920.
Na Rússia, dia 23 de fevereiro de 1917, de acordo com o calendário juliano, correspondente a 8 de março do calendário gregoriano, trabalhadoras do setor de tecelagem entram em greve. Segundo
Trotsky, teria sido o ponto de partida da Revolução de outubro. Depois do triunfo da revolução, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lênin a tornar a data de 8 de março em celebração da heróica mulher trabalhadora. Enquanto no Ocidente essa comemoração perdia forças, na então União Soviética e, depois da segunda guerra, nos seus satélites, a data continuou sendo festejada.
Outra faceta da luta das mulheres foi a dedicada à obtenção do direito de voto. Em 1893 esse direito foi conquistado, pela primeira vez na Nova Zelândia. No Brasil, tal viria ocorrer em 1932 com o Código eleitoral — lei 21076 de 24 de fevereiro. Para não desmerecer o famoso “jeitinho brasileiro”, já em 1929, Alzira Soriano de Souza elegeu-se prefeita de Lages (RN).
Coincidentemente, em 1932, a delegação brasileira para os Jogos Olímpicos de Los Angeles incluiu uma mulher: Maria Lenk.
Em 1975, a ONU começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher, não por coincidência, durante o Ano internacional da Mulher.
Atualmente, passados os sobressaltos do feminismo exacerbado de Betty Friedan, com as queimas simbólicas de sutiãs, as mulheres se fazem cada vez mais presentes em todos os setores da atividade humana. Aquilo que era anômalo ou esporádico tornou-se normal. Se é normal que não as encontremos praticando futebol americano, não causa nenhuma surpresa vê-las presidindo um país. Não há mais atividade da qual as mulheres estejam alijadas. Desigualdades persistem ainda, embora seja possível afirmar que houve progressos gigantescos.
Pouco a pouco, é evidente a tendência de a data se tornar um evento, cuja conotação comercial tende a superar a história de lutas que a consagrou. O andar da carruagem há de reservar ainda muitas surpresas, embora algumas tendências possam ser consideradas como tendo prazo de validade indeterminado.
Por mais que se evolua nessa direção, uma evidência inarredável há de marcar para sempre. As palavras “mulher “ e “paixão” possuem o mesmo número de letras. As conclusões quanto a essa curiosidade são livres.

Ao reler o texto, percebi que acabei de me tornar culpado por excesso de objetividade. Nessa crônica deveria caber no mínimo o tradicional: "Parabéns a todas as mulheres do mundo!"

Alexandru Solomon, escritor

criado por Celso Fernandes    12:13 — Arquivado em: Fruit de la Passion
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